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ECU!

ECU


Unidade de Comando Eletronico. 

É o mais importante componente do sistema de Injeção eletrônica, por muitos chamada de cérebro, pois recebe as informações proveniente dos sensores; analisa, compara à parâmetros pré estabelecidos e finalmente, comanda os atuadores para manter o motor em funcionamento sob qualquer condição climática. E acima de tudo, com a melhor eficiência possível.

Trata-se de um microprocessador que possui duas memórias : memória RAM e a EPROM.

RAM – Random Access Memory/Mémoria de Acesso Aleatório: É uma memória volátil, aqui toda as informações dos sensores e o código de falhas são armazenados. Atualmente só pode ser apagado através do equipamento de diagnóstico, o conhecido Scanner. Via scanner também se obtém acesso ao código de falhas ou via código lampejante.

EPROM – Erasable Programmable Ready Only Memory/Memória Apagável e Programável Só para Leitura: É uma memória não-volátil, nela constam os mapas de injeção do veículo, os parâmetros pré estabelecidos, curvas características bem como os algoritmos de comando de ação da central. Esses parâmetros, mapas e curvas podem ser modificados para alterar o desempenho do veículo.

O sistema pode ser esquematizado em três partes, os sinais de entrada, processamentos dos sinais e os sinais de comando para os atuadores.

Os sinais de entrada são os captados pelos sensores, são sinais analógicos que variam entre 0 e 5 volts, tensão essa que é estável devido ao regulador de tensão da ECU. Esses sinais não podem ser analisados da forma que saem dos sensores, a ECU só “entende” sinais digitais (01011001 – números binários), desta forma um sinal de 0volt ou 5volts é convertido em um sinal digital de 8bits (256 combinações). Para isso, as informações passam pelo Conversor A/D (Analógico/Digital) e logo após são comparadas ao mapa de injeção presente na memória EPROM da central, a partir daí a central compreende a necessidade do motorista e determina os sinais de comando para os atuadores, por exemplo, a quantidade de tempo que os bicos injetores ficaram abertos; o tempo de ignição, enchimento dos cilindros e o torque desejado pelo motorista. Após todo o processamento, a tensão é enviada aos atuadores e estes mantém o motor em funcionamento.

IRREGULARIDADES NO MOTOR: 

A central está preparada para falhas. A central força manter o motor em funcionamento! Quando algo está errado a ECU entra em modo de Emergência.
O modo de emergência entra em ação quando a ECU por algum motivo recebe sinais improváveis ou deixa de receber os sinais de algum sensor. Os valores desses sinais são geralmente extremos, 0 e 5 volts (tensão muito baixa/alta). Quando isto acontece a ECU grava um código de avaria na memória (RAM) e imediatamente acende a luz-espia da injeção no painel indicando falha no sistema.
A ECU registrando uma avaria no sistema, para manter o motor em funcionamento ela adota uma estratégia chamada Recovery. É uma estratégia onde a ECU ignora o sinal... Deixa de receber o sinal do sensor e passa a adotar um valor já estabelecido na ECU, o motor continua funcionando, mas de forma irregular, as vezes com mistura rica, as vezes com mistura pobre e em caso extremos alguns sistemas chegam a limitar a rotação do motor.

Depois de gravado na memória RAM, o código de avaria só pode ser apagado através do SCANNER, não mais desligando a bateria.

O scanner é um aparelho que torna visível as funções da ECU, nele você pode visualizar a descrição da falha, modificar parâmetros, definir as funções guiadas do veículo, verificar as informações dos sensores enquanto o motor funciona, realizar teste de atuadores e geralmente o scanner de concessionárias permite uma ampla quantidade de configurações. Para realizar tudo isso ele precisa ser conectado no conector de diagnóstico, que tornou-se padrão (OBD2) para todos os veículos.
OBD2

Nos sistemas de injeção mais antigos existia outra possibilidade de ler o código de avaria, era através do código lampejante. Fazia-se um “jumper” em duas saídas do conector de diagnóstico, então ligada a ignição o código se iniciava. A interpretação do código se dava pela quantidade de piscadas e pelo intervalo entre as sequências. Veja o exemplo abaixo:

PISCA-PISCA-PISCA-PAUSA CURTA-PISCA-PISCA-PISCA-PISCA-PAUSA LONGA

A primeira sequência de piscadas representa a casa das dezenas, e a segunda sequência de piscadas representa a casa das unidades , logo a primeira sequência representa o número 3, e a segunda sequência o número 4. Então obtemos o código de avaria 34. O código acima se repete três vezes até passar para outro código, depois de apresentar todos os códigos, o sistema retorna para o primeiro código e começa a varredura novamente.

Sistemas com essa função: Rochester Multec 700; Delphi Multec EMC, FIC-EEC IV, Bosch Motronic M1.5.2 Turbo e Bosch Motronic M1.5.4.

ONDE ENTRA O HIDROGENIO!

O aumento da litragem implica em uma série de mexidas no bloco. A mais comum é a modificação no curso do pistão, a distância que ele percorre para subir e descer, e nos cabeçotes. “O aumento gera principalmente mais torque a menores rotações para motores menores”, defende Roberto, da General Motors. O que não significa um processo mais simplificado. Segundo os engenheiros, a mudança da capacidade volumétrica implica em emissões mais pobres. “Cada cm³ que aumenta o motor encarece muito no tratamento dos gases gerados, o que pede alterações no sistema de catalisador, no sensor de oxigênio, entre outros”, ressalta Alfredo Guedes, da Honda.

                Neste panorama e com leis de emissões cada vez mais rígidas, a tendência é justamente o inverso. Ou seja, diminuição de litragens e introdução de turbocompressores e sistemas de injeção direta. É o chamado “downsizing”, já aplicado largamente na Europa. Em um motor menor, para oferecer a mesma potência de uma litragem superior seria preciso abrir mais as borboletas do conjunto. Só que com a borboleta toda aberta, a potência pode cair para metade do original. “É neste ponto onde entra a sobrealimentação, ou turbo ( HHO! ), ao forçar mais ar para dentro do cilindro”, esclarece Clayton, da SAE Brasil.
Referência: "O Mecânico"
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Envia sinais para ECU em codigo binario. Projetado para sistema HHO, mas atende ao sistema normal Flex.


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